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Fotografia de duas mulheres dançando juntas. À esquerda uma mulher amarela de boné preto voltado para trás e camisa larga jeans e à direita uma mulher negra, de cabelos trançados e com colete preto sobre camisa marrom com estampa floral. Estão com as mãos direitas dadas e o restante do corpo voltado para trás formando um triângulo invertido.

sempre foi um risco

_dança

 10 de outubro, às 18h 

DOBRA Coletivo (São Paulo/SP/Brasil)
Local: Sala dos Toninhos — R. Francisco Teodoro - Vila Industrial, Campinas - SP
Ingresso: Gratuito. Retirada de senhas a partir de 1 hora antes do espetáculo
Classificação indicativa: livre
Duração: 15 minutos
Acessibilidade: libras

DOBRA Coletivo

SINOPSE

“sempre foi um risco” organiza-se no Amor. Guiada por nuances emocionais, raciais e sociais, a cena exercita reflexões de bell hooks sobre o que consiste agir através de uma prática amorosa e, conectado às escritas de Geni Nunez, a obra apresenta problemáticas e descobertas sobre amar, ser amada e se amar. A inquietação do Coletivo, atrelada às contribuições das escritoras e análises sobre vivências pessoais, expõe uma criação contracolonial através do movimento. O espetáculo teve sua montagem finalizada durante a residência artística do 5º Festival CRIE como quem LUTA, com orientação cênica de Ana Clara Amaral.

SOBRE A ARTISTA / O GRUPO

Criado em 2025, o DOBRA Coletivo é um núcleo de pesquisa, diálogo, experimentação e criação em Dança. Com enfoque em confluir as linguagens da Dança Contemporânea, do Breaking e da House Dance, o Coletivo se expande para os palcos e para o audiovisual, propondo discussões sobre sociedade, sistema, questões raciais e sociais, emancipação de si, coletividade, ferramentas de contracolonização e Culturas Hip-Hop e House.

FICHA TÉCNICA

Diretora Artística e Dançarina: Jeovana Dutra
Diretora Artística e Dançarina: Mel Baba
Iluminação: Yorran Soares
Produção Musical: Ashira 

Orientação cênica: Ana Clara Amaral

Logo do 5ª Festival Crie como quem Luta. Em vermelho “5º” acompanhado de “festival” em pequenas letras pretas. Abaixo, em grandes letras tipo lettering, amarelas e adornadas em vermelho e rosa “CRIE COMO QUEM LUTA”, sendo que o pingo da letra i é uma chama estilizada com três lavaredas, semelhante à um tridente, com uma fagulha vermelha ao centro, formada por linhas vermelhas concêntricas.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA

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